Buscar
  • Kiwi

Viver no exterior, especialmente nos Estados Unidos, é um objetivo de vida para muitos brasileiros, ou até mesmo para muitos cidadãos ao redor do mundo. O sonho do American Way of Life é realmente bastante atraente quando se pensa em conforto, segurança, poder de compra e oportunidades de estudo e trabalho. O que muitos não sabem é que o momento do conforto, da tão esperada mudança de vida, pode ser um pesadelo quando não se fala o idioma.





Ao longo desses anos em contato com o ensino de inglês, nós, da Ki-Bird, já ouvimos diversas histórias de vida, nem sempre felizes, de alunos brasileiros que se aventuraram pelas terras do Tio Sam.


Uma de nossas alunas, que prefere não ser identificada, relatou como foi difícil sua experiência em 2017, quando saiu de sua cidade natal no interior da Bahia e foi para os EUA sem preparo algum para se comunicar em inglês. Hoje, com mais domínio e consciência da importância do idioma, ela nos conta o quanto sofreu para chegar aos lugares - quando pedia informações e as pessoas não tinham paciência com ela; o quanto era difícil uma simples ida ao mercado, sem atendentes brasileiros; a malícia das pessoas que se aproximavam ao ver que estavam diante de uma imigrante que não falava inglês, além de tantos outros detalhes da rotina.



Os perrengues são muitos, e já começam no aeroporto. Para quem não se prepara antes de ir, os riscos de ser detido na imigração são ainda maiores. Rosana (nome fictício) lembra o quão mal tratada foi quando pediram para ver suas bagagens na imigração. “Tive que aguardar pela intérprete que falava Português, e enquanto isso eles faziam as perguntas e eu não sabia responder, e então eles ficavam mais nervosos ainda, eram brutos, reviraram toda minha mala e me tratavam como uma criminosa”.


Rosana viajou para a Flórida por saber que lá, sendo um lugar muito visado por brasileiros e donos de comércio, conseguiria mais oportunidades de emprego. Pois bem, ela realmente conseguiu trabalhos em cafés e restaurantes em que a exigência com o inglês era pouca ou quase nada. Olhando de fora, parece simples: chegar, se hospedar, procurar emprego e aceitar vagas para quem não tem inglês. No entanto, ela conta que chegou a ser reprovada até mesmo em vagas em lanchonetes, já que na época não sabia sequer vocabulários básicos de comida.


Ir ao mercado não é complicado, pois é só pegar as mercadorias e pagar, certo? Nem tanto. “O problema é que às vezes a gente não sabe bem se é aquilo que estamos procurando, e uma vez eu estava sem o celular, que estava em casa carregando, e como eu não sabia o nome dos produtos eu tinha que pedir informações para saber o que ia levar. Nossa, como era horrível, porque não é todo lugar que tem alguém que fale Português ou Espanhol”, relata. Até mesmo na hora de pagar, Rosana diz que é notável a malícia de alguns comerciantes “eles sabem que você é estrangeiro e não fala a língua deles, até troco errado davam”.


Ter um nível de inglês ao menos intermediário antes de se aventurar por terras estrangeiras pode mudar boa parte de histórias como a de nossa aluna e tantos outros brasileiros que sofrem diariamente tentando viver o sonho EUA. Rosana ressalta o quanto o fato de não saber se comunicar fez falta e tirava sua liberdade. “Eu tinha uma amiga brasileira que falava inglês, mas era ruim também porque eu dependia totalmente dela. Não conseguia conversar com ninguém sem pedir ajuda para ela traduzir”. E hoje, com base no que vivenciou, deixa um alerta sobre as ciladas que ninguém imaginaria: “As pessoas se aproveitam de você, e sem saber se defender, você fica vulnerável e acaba se misturando com pessoas erradas, ficando perto daqueles que não tem nada a ver com você, podendo até ser preso por engano”.


Que essas e outras experiências sirvam para conscientizar aqueles que arriscam suas vidas e gastam fortunas para viver o sonho americano de forma despreparada. A Ki-Bird deseja a todos as melhores viagens e histórias de vida. Conte com a gente para se preparar e aproveitar ao máximo suas oportunidades.


A educação tem o papel de retirar os seres humanos das "cegueiras sociais" fazendo com que os mesmos possam desenvolver o próprio senso crítico, além de contribuir para capacitação humana, fazendo com que as pessoas possam ocupar e chegar a cargos e lugares mais longes devidos a seus próprios méritos 🏆.

Esse poderoso recurso nos dá a inteligência necessária para trilhar o nosso próprio caminho e viver a vida de olhos abertos . A educação não tem preço, mas sua falta certamente tem custo.




Você sabe o que uma educação de qualidade gera no país?


✅ Luta contra a pobreza;

✅ Proteção do Meio Ambiente;

✅ Menos violência;

✅ Maior acesso aos direitos;

✅ Melhor compreensão de mundo e muito mais...(eu poderia ficar até amanhã listando 🥱).


Não há dúvidas que esse é o caminho que devemos seguir sempre, é a única chave para abrir portas no futuro.



O mais importante em aprender é compartilhar conhecimentos com os outros, e é por isso que nossos profs parceiros tem prazer em compartilhar seus conhecimentos com alegria e dedicação em aulas personalizadas. Vamos juntos nessa? Seu passaporte para o futuro te aguarda! ✈️

“Como aprender inglês?” Esta é a pergunta que todos se fazem. E o que podemos responder?

Aprenda com o coração. Descubra o que te move para aprender o idioma, que não seja apenas a necessidade. Permita-se gostar e se envolver com a cultura de países estrangeiros.


Quantos casos já não vimos de pessoas que deram um up no inglês de tanto acompanhar cultura pop? De tanto gostar de um artista internacional, buscar por suas entrevistas, acompanhar as novidades, traduzir e cantar as músicas.


Entre tantos conteúdos à nossa disposição, fica difícil se achar. Descubra leituras que te atraiam, mantenha contato diário, leia tudo que puder sobre o assunto. Na internet podemos achar leituras para todos os gostos, de super-heróis à culinária. Tenha um podcast favorito sobre o tema que acompanha, assista vídeos, veja notícias online, tenha um ou dois apps que você realmente abra diariamente.


Lembre-se de que o inglês - bem como qualquer novo idioma - acontece aos poucos. Muitos dizem que aprender ou aprimorar o idioma acontece por exposição. Sim e Não. Sim, porque o idioma entrará na sua vida por contato diário e frequência. E não, porque não adianta se estressar tentando arduamente - e erroneamente - se expor a todo tipo de conteúdo só por ser em inglês.

Existem diferentes estágios no processo de aprendizagem e por isso é importante se atentar ao tipo de conteúdo e nível. Telejornais de um canal nativo, por exemplo, podem não ser uma boa opção para quem está no começo, visto que o conteúdo não é pensado nos que usam inglês como segunda língua. Assim como as notícias, as músicas também precisam ser selecionadas pelo tipo e nível: Instrumentos, velocidade e vocabulário (gírias) interferem, e muito, no que ouvimos.

Em resumo, acredite no aprendizado genuíno e frequente. Simplesmente ouvir músicas, ler/assistir jornais também não vão fazer diferença quando não há conhecimento prévio para consumir tais tipos de conteúdo.

Precisa de ajuda para guiá-lo em seus estudos? Sabemos que não é fácil ser autodidata, por isso, conte com um dos professores da equipe Ki-Bird.

Se conecte com suas preferências. Aprenda com o coração e não por obrigação!