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  • Viviane Shinzato

Atualizado: há um dia

Você já sabe por qual motivo quer aprender inglês? E você sabe o impacto do idioma na sua vida? Desde uma amizade no exterior até mesmo uma oportunidade de promoção e mudança de país.



Anualmente milhares de imigrantes chegam aos EUA, Canadá, Irlanda entre outros países, com o sonho de ganhar em dólar/euro. As oportunidades são diversas, mas normalmente nos chamados subempregos (shopping/fast food/mercado/cafés). Para quem realmente procura empregos considerados formais, o preparo com inglês é indispensável. Candidatos passam por teste escrito e telefonemas até mesmo antes de se apresentarem pessoalmente em entrevistas.


Por que escolher inglês e não outras línguas?

Mesmo que vc pense que brasileiros têm mais facilidade com o espanhol, que nem sempre é verdade, o inglês é o idioma mais utilizado mundialmente, e o mais provável de ser ouvido/entendido em qualquer país que estiver. - blog


Inglês na infância

Ajuda no desenvolvimento social, melhora o raciocínio e estimula a capacidade de concentração.


Inglês para adolescentes

O sonho de morar no exterior e fazer faculdade fora começa na adolescência; mas sem o nível exigido de inglês este sonho pode não acontecer. A depender da Instituição e do curso que pretende fazer é necessário apresentar boas notas para classificação, incluindo todas as habilidades: leitura/escrita/audição/fala.


Inglês para adultos significa:

1. AUTONOMIA

Nesta fase da vida, o inglês representa autonomia. Autonomia para escrever e-mails, fazer parte de reuniões sem ter que chamar alguém para ajudar no inglês, mandar relatórios e apresentações sem usar o tradutor para tudo, pleitear salários maiores, trocar de empresa e até mesmo poder viajar com tranquilidade para passar por situações como de hospedagem e aeroporto.


2. Mercado de trabalho

No mundo globalizado não só grandes empresas como as de pequeno-médio porte tem filiais ou parceiros no exterior e precisam de colaboradores qualificados para lidar com as demandas. Não há como escapar de treinamentos, reuniões, vídeo conferências, contratos, telefonemas e emails.


3. Networking

É sempre bom ter contatos, e os melhores relacionamentos profissionais para sua área podem estar fora do Brasil. Ao dominar o idioma, você consegue se comunicar em congressos e eventos diversos que envolvam pessoas de diversos países. E também tem maiores chances de ser uma peça-chave na empresa para lidar com parceiros comerciais e ir a treinamentos no exterior.


4. Negociações

Sejam em situações formais e/ou viagens, estamos sempre negociando. Em uma empresa sua negociação está atrelada a contratos e reuniões, parcerias internacionais, clientes e fornecedores e etc.; em viagens nunca sabemos o que precisaremos falar: seja para tratar nos estabelecimentos, solicitar algo à escola/família estrangeira ou, quem sabe, até uma troca de assentos no avião.


5. Mudança de país Anualmente milhares de imigrantes chegam aos EUA, Canadá, Irlanda entre outros países, com o sonho de ganhar em dólar/euro. As oportunidades são diversas, mas normalmente nos chamados subempregos (shopping/fast food/mercado/cafés). Para quem realmente procura empregos considerados formais, o preparo com inglês é indispensável. Candidatos passam por teste escrito e telefonemas até mesmo antes de se apresentarem pessoalmente em entrevistas. 6. Mudança de profissão ou melhores cargos.

De acordo com pesquisas da British Council, as carreiras que mais crescem e que mais necessitam de profissionais com alto nível de inglês são:

TI e Tecnologia - Desenvolvedor de Softwares - Engenharia - Marketing Digital - Administração - Comércio Exterior - Turismo - Relações Internacionais.


7. Salários maiores

Segundo pesquisa da Catho, empresa nacional de classificados de empregos, pessoas que se comunicam fluentemente em inglês, comparado aos funcionários que não conseguem utilizar o idioma, tem uma diferença de salário que pode chegar a 70%.

E em um futuro próximo, o que hoje é visto como um diferencial será um pré-requisito.


E você, o que te move para aprender inglês? Seja qual for a sua razão, nunca é tarde para começar.





OBS: Nem o programa que legendou conseguiu acompanhar a musa, quem dirá nós, pobres mortais.


Se você, assim como nós e tantos outros que lidam com o inglês diariamente, não captaram bulhufas do que a Adele disse, não se sinta mal.

O motivo por mal termos entendido a entrevista que viralizou na internet, se explica por alguns fatores:


1- Nós não temos o hábito de ouvir nativos britânicos falando de forma natural.


2-Consumimos muito da cultura Norte Americana, seja através de filmes, séries ou estudos didáticos, logo, nosso ouvido não é treinado para um sotaque britânico - que aos nossos ouvidos não ingleses 🤓- é bastante forte.


3- O contexto também é diferente. Por se tratar de uma entrevista em uma rádio inglesa, certamente ela não mede as palavras ao se expressar e, como qualquer nativo, tende a dar mais intonação nas palavras, dando outro ritmo ao discurso.


2- A audiência com a qual se fala muda tudo. A entrevista não foi feita pensando se o restante do mundo que tem inglês como segunda língua iria compreender.

Diferentemente dos áudios de listening do material escolar que é um conteúdo pensado para quem está aprendendo.


3-Britânicos (e não apenas os Norte Americanos) também comem sílabas. Se utilizam (de forma inconsciente) do que chamamos de dropped sound - ao cortar as sílabas, e connected speech - quando juntam as palavras. Todos os falantes nativos fazem isso.



Pensando nisso vejamos como podemos melhorar:


🔈 Precisamos nos expor mais ao inglês falado por nativos. E como? Por meio de TedTalks, podcasts, músicas e até mesmo séries/filmes com áudio original e legenda em inglês. Pratique com a legenda e veja se consegue comparar o que é dito com o que está escrito.


👩🏽‍💻 Faça a técnica chamada SHADOWING: basicamente consiste em reproduzir a fala do outro através da imitação- trecho da fala de um ídolo (por exemplo), repetir e se ouvir (gravar).


🗣️ Inglês é um processo longo, e não adianta ter pressa em falar perfeitamente, até porque... como a Adele está aí para mostrar... mesmo estudando por longas datas, nem sempre é fácil entender os nativos (varia de pessoa, sotaque, cultura e região).


💡 Por isso é importante estar em contato não apenas com o conteúdo online, mas também com um estudo mais formal 📖que o auxiliará a entender como se fala corretamente.


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  • Kiwi

Muitos alunos dizem que não conseguem se comunicar bem - mesmo estando em outro país - quando estão próximos aos brasileiros. Sabe por quê? Porque nós mesmos temos a cobrança (um tanto quanto prejudicial) de que só podemos nos comunicar quando sabemos de tudo e quando falamos tão bem quanto um nativo, e além disso, julgamos ou olhamos com ar de desaprovação quando ouvimos os colegas falarem algo “errado”. Você tem essa impressão também?


Será que a gente alguma vez já parou para pensar que quando soltamos o tal “falar inglês como um nativo” estamos nos referindo apenas ao inglês da América do Norte ou da Europa? E que com isso estamos menosprezando ou excluindo o inglês falado por muitos de bilhões de pessoas que não nasceram falando esse inglês “puro”? Será que nos lembramos que o inglês falado - tanto na Europa como na América - é formado por diversos sotaques e dialetos que vem de todo o resto do mundo que tem o inglês como segunda língua?


Será que em sua viagem para os EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda, Austrália, etc… você só vai lidar com nativos e por isso só será entendido se o sotaque for o mais próximo possível daquele usado no país?

Deixa o passarinho te contar um segredinho… Na maioria dos países que recebem grande fluxo de imigrantes você mal vai encontrar falantes nativos. Ao ir ao mercado, à praça de alimentação do shopping, ao café onde você vai pedir seu lanche, à casa da família que o hospedará no intercâmbio, à estação de metrô, às feiras de lembrancinhas, entre muitos outros locais, você geralmente vai encontrar pessoas como você que falam o inglês aprendido depois de um tempo em escolas e cursos, pessoas que bem como você não são nativos e aprenderam inglês como segunda língua.



A cobrança de estar perfeito para só assim se comunicar é o que acaba com sonhos de muitas pessoas e causa tantos traumas em estudantes brasileiros.

E para finalizar, nosso recado é: saber inglês não significa falar tudo perfeitamente; significa ser livre para aprender, deslizar, arriscar e sempre estudar para ser cada dia melhor e diminuir a quantidade de erros conforme vamos nos aperfeiçoando.


Qual o problema em falar inglês como um nativo... do BRASIL? Quer exemplo melhor que o Joel Santana? Se comunique com todos que puder, fale como conseguir, mas não deixe o medo do “inglês como nativo” te destruir.


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